quinta-feira, 31 de julho de 2008

Hug.

Sometimes, a hug is all what we need.

OSR.

A orquestra sinfônica do Refice completa 78 anos de existência marcante na cena cultural pernambucana. Situada entre as melhores e mais atuantes orquestras do Norte e Nordeste é, ainda, a mais antiga em atividade do Brasil. Ontem dia 30 de julho de 2008 foi realizada uma maratona de aniversário no teatro de Santa Isabel. Sendo executado várias obras do clássico ao popular. Tive a sorte de abrir o jornal a tempo de acompanhar tal espetáculo, o público em sua maioria de senhores de meia idade, os jovens parecem não se sentirem muito atraidos. Que pena! Não ousarei dizer aqui o que penso sobre isso, não agora. A sensação foi de contentamento, intensa. Fazia tempo que não ia a um concerto. E o sentimento foi de tristeza. Agora consigo identificá-lo, no momento me senti inquieta. Tristeza por ver naqueles violinos o que eu podia ter sido. A música será sempre uma das minhas paixões. E o violino a forma mais bela que encontrei de expressão. Voltarei a me falar tocando, é certo.

Meio fio.

Foi a música que a psicóloga escolheu para retratar o momento, não o meu, o da minha colega de terapia. Poderia ter servido para relatar também o meu silêncio. Palavras e silêncios que jamais se encontraram. Continuo sem gostar do que vejo em mim, em processo de mudanças. Lentas e dolorosas, no entanto, sempre bem vindas. Vale a perseverança e a vontade de SER e não apenas existir. Ao melhor ser que serei...


Onde quer que eu vá
Levo em mim o meu passado
E um tanto quanto do meu fim
Todos os instantes que vivi

Estão aqui
Os que me lembro e os que esqueci...
Carrego minha morte
E o que da sorte eu fiz
O corte e também a cicatriz

Mas sigo meu destino
num yellow submarino
Acendo a luz que me conduz
E os deuses me convidam...
Para dançar no meio fio
Entre o que tenho e o que tenho que perder
Pois se sou só
É só flutuando no vazio
Vou dando voz ao ar que receber

Pra ficar comigo
Corro salto, me equilibro
Entre minha neta e minha vó
Fico feliz, sigo adiante ante o perigo
Vejo o que me aflige virar pó
As vezes acredito em mim
As vezes não acredito
Também não sei se devo duvidar

Mas sigo meu destino
num yellow submarino
Acendo a luz que me conduz
E os deuses me convidam...
Para dançar no meio fio
Entre o que tenho e o que tenho que perder
Pois se sou só
É só flutuando no vazio
Vou dando voz ao ar que receber

quarta-feira, 30 de julho de 2008

segunda-feira, 28 de julho de 2008

sábado, 26 de julho de 2008

E como!

Faz tempo que uma dor no estômago insiste em aparecer, às vezes, constante e 'leve'. Algumas outras, associada a um estresse maior, essas mais intensas. Umas anunciadas, a maior parte calada, contida e muito sentida. A crise está bem próxima, certeza. É o resultado de 19 anos de silêncio e emoções contidas. O resultado do ser, que não agüenta mais ser, porque dói. E como! Essa tal dor de estômago.

quinta-feira, 24 de julho de 2008

luiz fernando veríssimo.

Sempre é preciso saber quando uma etapa chega ao final... Se insistirmos em permanecer nela mais do que o tempo necessário, perdemos a alegria e o sentido das outras etapas que precisamos viver. Encerrando ciclos, fechando portas, terminando capítulos. Não importa o nome que damos, o que importa é deixar no passado os momentos da vida que já se acabaram.Foi despedida do trabalho? Terminou uma relação? Deixou a casa dos pais? Partiu para viver em outro país? A amizade tão longamente cultivada desapareceu sem explicações? Você pode passar muito tempo se perguntando por que isso aconteceu.... Pode dizer para si mesmo que não dará mais um passo enquanto não entender as razões que levaram certas coisas, que eram tão importantes e sólidas em sua vida, serem subitamente transformadas em pó. Mas tal atitude será um desgaste imenso para todos: seus pais, seus amigos, seus filhos, seus irmãos, todos estarão encerrando capítulos, virando a folha, seguindo adiante, e todos sofrerão ao ver que você está parado. Ninguém pode estar ao mesmo tempo no presente e no passado, nem mesmo quando tentamos entender as coisas que acontecem conosco. O que passou não voltará: não podemos ser eternamente meninos, adolescentes tardios, filhos que se sentem culpados ou rancorosos com os pais, amantes que revivem noite e dia uma ligação com quem já foi embora e não tem a menor intenção de voltar. As coisas passam, e o melhor que fazemos é deixar que elas realmente possam ir embora... Por isso é tão importante (por mais doloroso que seja!) destruir recordações, mudar de casa, dar muitas coisas para orfanatos, vender ou doar os livros que tem. Tudo neste mundo visível é uma manifestação do mundo invisível, do que está acontecendo em nosso coração... e o desfazer-se de certas lembranças significa também abrir espaço para que outras tomem o seu lugar. Deixar ir embora. Soltar. Desprender-se. Ninguém está jogando nesta vida com cartas marcadas, portanto às vezes ganhamos, e às vezes perdemos. Não espere que devolvam algo, não espere que reconheçam seu esforço, que descubram seu gênio, que entendam seu amor. Pare de ligar sua televisão emocional e assistir sempre ao mesmo programa, que mostra como você sofreu com determinada perda: isso o estará apenas envenenando, e nada mais. Não há nada mais perigoso que rompimentos amorosos que não são aceitos, promessas de emprego que não têm data marcada para começar, decisões que sempre são adiadas em nome do "momento ideal". Antes de começar um capítulo novo, é preciso terminar o antigo: diga a si mesmo que o que passou, jamais voltará! Lembre-se de que houve uma época em que podia viver sem aquilo, sem aquela pessoa - nada é insubstituível, um hábito não é uma necessidade. Pode parecer óbvio, pode mesmo ser difícil, mas é muito importante. Encerrando ciclos. Não por causa do orgulho, por incapacidade, ou por soberba, mas porque simplesmente aquilo já não se encaixa mais na sua vida. Feche a porta, mude o disco, limpe a casa, sacuda a poeira. Deixe de ser quem era, e se transforme em quem é. Torna-te uma pessoa melhor e assegura-te de que sabes bem quem és tu próprio, antes de conheceres alguém e de esperares que ele veja quem tu és... e lembra-te : tudo o que chega, chega sempre por alguma razão.

é isso.

quarta-feira, 23 de julho de 2008

diariamente.

A rotina começa hoje, em parte. Não sei se fico feliz ou triste. Na verdade, o sentimento é medo. Já começam a mudar muitas coisas... E o instável não muito me agrada, ou melhor, tenho medo, muito medo.
E para nós tudo aquilo que gostamos d-i-a-r-i-a-m-e-n-t-e. ;)

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Through Her Eyes.

'And as her image
Wandered through my head
I wept just like a baby
As I lay awake in bed'

quinta-feira, 17 de julho de 2008

psicologia.

Ainda não havia citado nada sobre essa minha grande paixão, a Psicologia. Não me imagino estudando outra coisa.


“Nada lhe posso dar que não exista em você mesmo, não posso abrir-lhe outro mundo de imagens além daquelas que há em sua própria alma. Nada lhe posso dar a não ser a oportunidade, o impulso, a chave. Eu o ajudarei a tornar visível seu próprio mundo, e isso é tudo”.

No mais... Façam terapia! Aconselho a todos.

quarta-feira, 16 de julho de 2008

liberdade.

'Perceber aquilo que se tem de bom
no viver é um dom, daqui não
eu vivo a vida na ilusão
entre o chão e os ares vou
sonhando em outros ares vou
fingindo ser o que eu já sou
fingindo ser o que eu já sou
mesmo sem me libertar eu vou

É Deus parece que vai ser nós dois
até o final
eu vou ver, o jogo se realizar
de um lugar seguro, seguro
de que vale ser aqui? de que vale ser aqui?
onde a vida é de sonhar
liberdade'

terça-feira, 15 de julho de 2008

cansei.

Cansei de ter que ir atrás das pessoas para tê-las por perto. No momento, decido não mais ir atrás de ninguém e ver no que vai dar toda essa história. Essa minha decisão não deve durar tanto, me conheço. Que pena. Realmente queria que durasse. Na verdade, inconscientemente, venho fazendo isso e os resultados são tristes, muitos ditos amigos parecem estar se perdendo. Lutei tanto contra isso, acredito não ter mais forças. Cansei disso também. Começo a pensar que essas coisas são naturais. E mesmo que me esforce não irá mudar. Quer saber a verdade? Cansei de mim, do que sou, do que me tornei. Não é definitivamente, nem de longe, o que eu sonhava ser.

sorrisos.

Adoro quando de repente soltam um sorriso.
Confesso: sempre ando pelas ruas procurando.

segunda-feira, 14 de julho de 2008

ser humano.

O ser humano é de fato um bicho complicado.
Se tá triste, reclama de todas as formas, diz que as coisas não dão certo. Mas se a felicidade chega ele desconfia. E pensa: 'Tá tudo bom demais pra ser verdade.'
Se tá namorando diz ser um saco ter que dar satisfação, no entanto, se tá solteiro reclama da solidão.
Se tá sol preferia chuva, se tá chuva queria aquele solzão.
Tem riso que parece choro e choro que é por alegria.
E o sentido de ser humano?
É querer saber demais, demais, demais.... demais.

domingo, 13 de julho de 2008

esse meu jeito de ser, sendo.

Uma coisa as pessoas que me conhecem não podem reclamar: carinho! Sou carinhosa demais, demais mesmo, muitas vezes além do demais. Deve ser chato algumas vezes, na maior parte do tempo sinto que se sentem bem aos meus cuidados. No entanto, cuidar muito e de todos é um peso grande demais. Ter o mundo nas costas causa dores. Não recomendo. Também não consigo deixar de carregá-lo. Por alguns raros momentos queria ser cuidada (quem disse que permito?), ter todo o carinho dedicado retribuído. Exijo tão pouco: um sorriso? Um bilhete? Um olhar? Poucas palavras? Preciso de tão pouco. Eles não percebem... eu que não pedirei. E sigo dando carinho, carinho e também carinho.

quarta-feira, 9 de julho de 2008

terça-feira, 8 de julho de 2008

felicidade.

Ando por aí rindo à toa, ando por ai bem.
Nada mudou, quanto aos ditos problemas.
Mas, a alegria resolveu surgir ao rosto.
Que medo! Que maravilha! Ai...