terça-feira, 27 de maio de 2008

Zamba.

é...se fosse fácil assim pra mim
não sei porque se é assim
mas é
é... me faz sofrer sem nem saber.

segunda-feira, 26 de maio de 2008

What have we found?

The same old fears.


domingo, 25 de maio de 2008

Como vai? Te amo.

Essa tal banalização dos ‘como vais’ e ‘te amos’ me da nos nervos. Quem diabos disse que ao chegar você deve perguntar ‘como vai?’ mesmo sem está nem um pouco interessado na resposta? Quem diabos disse que é simples dizer ‘eu te amo’ e pode/deve ser dito a qualquer um, mesmo que você mal o conheça e nem saiba ao certo a dimensão do sentimento. Quem diabos? Quem diabos? Meu Deus! Hei de estar complicando os fatos, mas os complico, com tanto prazer, e venho defender a toda essa complicação. Para mim as coisas são diferentes. Faz-me mal os 'como vais' e 'te amos' ditos sem nenhuma expressão de sentimento, recebi tantos, que fiquei nauseada. No mais... Como vai? Eu te amo, tanto! ;)

sexta-feira, 23 de maio de 2008

Deixar vir e ir sofrimento e prazer.

Não há o que lamentar no fim do dia...

Ah! O Canadá...

Entre a tristeza do ser amado doente e o estado de contentamento, o amigo. Mas, lea-se, AMIGO... daqueles sem motivos. Abraços, sorrisos há muito guardado. Na despedida um bilhete: ‘Hey, Mari, don't be afraid. Don't carry the world upon your shoulders. And don't you know that is just you? Hey, Mari, you'll do, the movement you need is on your shoulder. Hey, Mari, don't make it bad.’ Sem quaisquer palavra minha, sem pedidos de ajuda ele deixou tudo que eu precisava. Viu o que ninguém via, e como queria que notassem. E partiu, para aquele mesmo Canadá que me deixou alguns meses incompleta, apática, para aquele mesmo Canadá que levará meu porto seguro por algum tempo, aquele Canadá.... Ai, como é difícil a despedia. Me peguei sorrindo.

quinta-feira, 22 de maio de 2008

Each other?

Estranho seria se aquele porta-retrato se tornasse fantasia. Aquela amizade explícita em foto faz-se em entrelinhas de amor, amizade, confiança. Ferrões de permanência do passado misturam-se em ausência do presente e assim tornam-me esperançosa de um futuro próximo a ti, em ti, contigo. Em tal melodia, esconder-me-ei e esperar-te-ei à eternidade, mas cadê os votos de bom amigo, se meu porta-retrato não me fala por onde andam? cadê meu ombro amigo se meu retrato só rosto exibe? cadê a dedicação em 'rainbow colors' se meu porta-retrato preto-e-branco é? como queria um olhar frontal, mas deparo-me a um perfil dianteiro, de olhos entreabertos e esperança de um 'oi, quanto tempo!'. estranho seria se aquele virasse única realidade, pois não contentaria-me com um beijo, um abraço ou um permanente olhar retratado, mas, sim contigo ao lado, contigo ao meio, contigo à vida. Ficas aqui, comigo e ensina-me a viver pois sem retrato já vivi plenos anos, sem ti? alguns. Mas hoje não mais saberia e nunca saberei.


'when everything else is gone.'

À vida!

Depois de cervejas, futebol e amigos... acordei. E vi uma realidade flébil em minha frente que os três 'itens' citados logo a cima me fizeram por um momento esquecer que havia, e como foi bom, esquecer. Os sorrisos e abraços levaram-me para além daquelas paredes cinzas, aparelhos respiratórios, seres frios que tem feito parte do meu cotidiano. E o melhor, suponho que nenhum deles saiba o bem que estavam a me fazer. Talvez se tivessem observado, com mais atenção, meu olhar soubessem, creio que não o fizeram, era tanta energia, esse ato parecia pequeno. Mas que pena, queria que o tivessem visto, pois, meus olhos diziam o que a boca nunca será capaz de relatar. Ao acordar, perdi todo aquele brilho e tudo parecia bem opaco e real, novamente. E o dia se foi... aqueles dias sem grandes surpresas, sem emoções, apenas mas um dia. Alias seria apenas mas um dia se não fosse um telefonema: 'mariane nasce amanhã, logo cedo.' Minha prima, tão esperada, cujo nome vem para me homenagear. Veio logo em minha mente aquele sorriso lindo/confuso de criança, de um ser querendo descobrir o mundo. Desde então não paro de pensar, como será o rostinho dela, o quão alegre estaremos. De um lado a dor de uma quase despedida e do outro a imensidão do nascimento. E não é que aqueles mesmo corredores cinzas, de homens frios, de repente, viraram multicoloridos e animados? Acho que voltei a dormi novamente... que belo!

http://www.youtube.com/watch?v=aBgC0ytvTMs