Entre a tristeza do ser amado doente e o estado de contentamento, o amigo. Mas, lea-se, AMIGO... daqueles sem motivos. Abraços, sorrisos há muito guardado. Na despedida um bilhete: ‘Hey, Mari, don't be afraid. Don't carry the world upon your shoulders. And don't you know that is just you? Hey, Mari, you'll do, the movement you need is on your shoulder. Hey, Mari, don't make it bad.’ Sem quaisquer palavra minha, sem pedidos de ajuda ele deixou tudo que eu precisava. Viu o que ninguém via, e como queria que notassem. E partiu, para aquele mesmo Canadá que me deixou alguns meses incompleta, apática, para aquele mesmo Canadá que levará meu porto seguro por algum tempo, aquele Canadá.... Ai, como é difícil a despedia. Me peguei sorrindo.
Delebit Oblivio
Há 8 anos
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