domingo, 3 de agosto de 2008

ao meu passado.

Ousei abrir as caixinhas que guardo minhas cartas e comecei a lê-las. Quando vi estava com as cartas na mão e as lágrimas no rosto. Lembranças e muitas lembranças, as palavras que muitas vezes não me foram ditas pessoalmente foram escritas. As amizades foram, no papel, eternizadas. Os amores guardados. Está tudo aqui, no papel, na caixinha... muito bem guardado. Tenho medo de perdê-las, por isso o faço. Foi ver que tudo mudou mesmo que nada tenho mudado.

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